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Goleada e protagonismo: atacante emprestado pelo Atlético brilha em solo árabe

João Marcelo, jogador emprestado pelo Atlético ao Shabab Al-Ahli (foto: Reprodução/Shabab Al Ahli Dubai Club) A trajetória de João Marcelo nos Emirados Árabes Unidos começou com o pé direito e a pontaria afiada. Emprestado pelo Atlético, o atacante precisou de pouco tempo em campo para deixar sua marca na goleada do Shabab Al-Ahli sobre o Al-Sharjah, por 4 a 1, fora de casa, na última quinta-feira (5/2). O jogador iniciou a partida no banco de reservas e foi acionado aos 32 minutos da etapa final. A entrada estratégica surtiu efeito imediato. Com fôlego de sobra, ele aproveitou a oportunidade para anotar um dos gols que consolidaram a vitória elástica de sua nova equipe. Nas redes sociais, João Marcelo não escondeu a euforia. “Feliz pela vitória e também pela estreia e pelo gol… Grupo todo de parabéns! ‘Sempre foi Deus’. Somente agradecer a Deus por esse momento maravilhoso em minha vida, Deus é maravilhoso!”, celebrou o atleta. Lucro para o Atlético Para além do sucess...

Bruninho aponta problema do Brasil no vôlei masculino e faz dura crítica: ‘Baita sacanagem’

A Seleção Brasileira Masculina de Vôlei perdeu, nesta quarta-feira (31/7), outra partida na Olimpíada de Paris 2024. Dessa vez, contra a Polônia, por 3 sets a 2, pela segunda rodada do Grupo B. Ao fim do confronto, o levantador Bruninho destacou a atuação do time, mas apontou problema ‘crônico’ e não poupou críticas à organização do torneio.

O Brasil começou bem na partida. Não à toa venceu o primeiro set por 25 a 22. Na segunda parcial, caiu de rendimento e sofreu o empate. Superior na terceira etapa, conseguiu recuperar a vantagem no placar. Mas, depois, desandou. No quarto set, a Seleção Brasileira esteve à frente em alguns momentos, no entanto, perdeu o controle principalmente com os saques de Norbert Huber. No tie-break, Leon, o melhor jogador da partida, fez a diferença e não deu chances aos brasileiros.

Problema crônico do Brasil

Pelo resumo, é possível identificar um dos grandes problemas da Seleção Brasileira apontado por Bruninho, capitão da equipe: “A gente peca na consistência de manter o alto nível. Jogando contra esses times, que são, talvez, os melhores do mundo hoje, os favoritos, você precisa estar o tempo inteiro jogando perto, em um nível muito alto”.

Na sequência, o levantador elogiou a postura do Brasil na derrota diante da Polônia: “Hoje, deu orgulho de ver o quão focado o time estava em cada ação, desde o primeiro ponto, o primeiro set, quanto a gente subiu de bola, quanto a gente defendeu. A gente sabia que ia enfrentar uma equipe que ia ser agressiva o tempo inteiro no saque. E eu acredito que tenha feito a diferença em alguns momentos. Mas a gente sai sabendo que pode bater qualquer um”.

Bruninho classificou o tropeço como ‘frustrante’. “A gente ficou muito perto, No quarto set tivemos momentos ali, contra-ataques, que poderíamos ter matado e talvez nem ter levado o jogo ao tiebreak”, argumentou.

Dura crítica

O capitão da Seleção Brasileira não deixou de criticar o horário. A bola subiu na Arena Paris Sul às 9h do horário local, 4h no fuso horário de Brasília.

Eu não sei quem monta os horários. No Brasil, era quatro horas da manhã. Eu acho que isso é uma baita de uma sacanagem, desculpa a palavra. Um Brasil e Polônia, duas das equipes mais importantes, e colocar um horário desse. Eu digo mais em relação ao povo no Brasil, ao público. Os caras não tiveram o mínimo de, eu não sei se é sorteio, mas o mínimo de cabeça mesmo”.

Durante a semana, a comissão técnica organizou a rotina dos jogadores para que eles não sentissem o horário. “A gente se preparou para isso. Acordou todo dia 5h45, fazia reunião às 7h e estava em quadra às 8h”, contou Bruninho.

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