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Goleada e protagonismo: atacante emprestado pelo Atlético brilha em solo árabe

João Marcelo, jogador emprestado pelo Atlético ao Shabab Al-Ahli (foto: Reprodução/Shabab Al Ahli Dubai Club) A trajetória de João Marcelo nos Emirados Árabes Unidos começou com o pé direito e a pontaria afiada. Emprestado pelo Atlético, o atacante precisou de pouco tempo em campo para deixar sua marca na goleada do Shabab Al-Ahli sobre o Al-Sharjah, por 4 a 1, fora de casa, na última quinta-feira (5/2). O jogador iniciou a partida no banco de reservas e foi acionado aos 32 minutos da etapa final. A entrada estratégica surtiu efeito imediato. Com fôlego de sobra, ele aproveitou a oportunidade para anotar um dos gols que consolidaram a vitória elástica de sua nova equipe. Nas redes sociais, João Marcelo não escondeu a euforia. “Feliz pela vitória e também pela estreia e pelo gol… Grupo todo de parabéns! ‘Sempre foi Deus’. Somente agradecer a Deus por esse momento maravilhoso em minha vida, Deus é maravilhoso!”, celebrou o atleta. Lucro para o Atlético Para além do sucess...

Conheça mineira que pode ganhar hoje a 1ª medalha para o estado em Paris 2024

É como se Ana Sátila tivesse nascido dentro d’água. Desde novinha, acostumou-se a mergulhar com o pai, Cláudio Vargas, ex-nadador. E a paixão pelo esporte a fez conquistar o mundo. Agora, sonha mesmo em ser a primeira mineira a ganhar uma medalha nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

Aos 28 anos, a atleta de Iturama, no Triângulo Mineiro, disputará a semifinal da canoagem K1 (caiaque individual) neste domingo (28/7), a partir das 10h30 (de Brasília), no Estádio Olímpico Náutico de Île de France, em Paris. Se avançar, fará a final a partir das 12h45, com chances reais de, enfim, realizar o sonho de subir ao pódio em uma Olimpíada.

Esta é a quarta vez que Ana Sátila disputa os Jogos Olímpicos. Estreou em Londres 2012, quando tinha apenas 16 anos. Depois, disputou a Rio 2016 e Tóquio 2020, em 2021, mas não conseguiu cumprir a meta. Em Paris, a canoísta se vê mais preparada e pronta para conquistar a medalha.

“Com certeza, eu chego bem mais madura, mais bem preparada dentro da água e fora dela, eu acho que tudo é uma evolução como atleta e em Paris será mais um passo, estou no meu melhor momento com a melhor estrutura possível então vou estar no meu melhor”, prometeu, em entrevista ao No Ataque.

Ana Sátila atribui a evolução à maturidade e, também, às questões técnicas. Ponto importante para isso foi ter um ciclo menos atribulado em comparação com Tóquio. No Japão, a mineira ficou sem treinador e precisou contar com o auxílio do ex-namorado, o canoísta francês Mathieu Desnos.

Atualmente, a mineira namora o remador Lucas Verthein, que também está nos Jogos Olímpicos de Paris. Os dois se ajudam como suportes emocionais. Além disso, ela contou com o retorno do treinador italiano Ettore Vivaldi, que a acompanhou por anos no início da trajetória.

“Acho que tivemos uma grande evolução, neste ciclo teve o retorno do Ettore (Vivaldi, técnico de Ana Sátila) e voltamos a fazer uma grande parceria que já rendeu bons resultados. Eu amadureci muito, me dediquei ainda mais, apesar de ter sido um ciclo mais curto, eu avalio como muito bem aproveitado”.

Não será, contudo, a última chance de Ana Sátila subir ao pódio nos Jogos da França. Ela ainda disputará as provas de canoagem slalom C1 (canoa individual) e cross nos próximos dias. Nas três, ela tem chances reais de buscar uma medalha. A brasileira é a segunda no ranking mundial de C1, terceira em K1 e quer surpreender no cross, nova prova olímpica que coloca todas as canoístas em ação simultaneamente.

Início de Ana Sátila

O caminho até se tornar uma das atletas de elite da canoagem não foi simples. Ana Sátila deixou Iturama, cidade de pouco menos de 40 mil habitantes, logo cedo. Partiu com os pais Cláudio e Márcia Vieira para Primavera do Leste, no Mato Grosso. Adolescente, mudou-se novamente, desta vez para o Paraná, onde integrou as categorias de base da Seleção Brasileira.

Dona Márcia não a deixou ir sozinha e arrumou um emprego na pousada onde se hospedavam os atletas da equipe, em Foz do Iguaçu, fronteira do Brasil com Argentina e Paraguai. A pequena Omira, três anos mais nova que a irmã Ana, foi junto e também passou a se dedicar à modalidade.

A partir daí, Ana – que havia começado na natação, a exemplo do pai – se tornou na principal brasileira da modalidade. Venceu títulos na base e no profissional. A hora é de dar um salto e buscar a coroação olímpica.

Três perguntas para Ana Sátila

No Ataque: Você vai disputar as três provas com chances de medalha. Como lidar física e mentalmente com essa preparação tripla? Você tem um foco principal?

Ana Sátila: “A gente tenta balancear os treinamentos, não é fácil porque tudo muda, barco muda, remo… A gente busca fazer o que é possível para obter bons resultados, estou tendo um trabalho muito bom psicológico e também físico. É uma rotina maluca, mas eu gosto do que eu faço”.

NA: O cross nos parece a prova mais imprevisível das três – e talvez a que chama mais atenção de quem não acompanha a modalidade no dia a dia e vai acompanhar na Olimpíada. Quais são as particularidades dessa disputa? O que muda na preparação?

AS: “Para mim, a disputa com mais barcos na água, eu sempre tenho medo por exemplo de tocar em outra atleta ou machucar alguém. Ali é mais pegado sempre, principalmente nas remontas. Muda muito, porque não é só a técnica de ser ágil e saber passar pelos obstáculos, mas principalmente saber andar bem e driblar os concorrentes que estão junto com você na água”.

NA: Uma última é menos sobre você e mais sobre uma rival: Jessica Fox, que tem dominado as três provas. Como enfrentá-la?

AS: “A Jessica Fox é uma grande atleta, dedicada e merece estar onde está. Eu busco fazer a minha caminhada, busco trilhar um bom resultado e trazer medalha para o Brasil”.

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