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Zagueiro francês exibe confiança em título: “Temos o melhor jogador do mundo e o melhor time”

Maxence Lacroix pela França. Foto: Baptiste Fernandez/Icon Sport. A França sequer entrou em campo na Copa do Mundo de 2026, mas já deixou claro o tamanho de sua ambição. Em uma declaração que repercutiu entre torcedores e imprensa internacional, o zagueiro Maxence Lacroix afirmou que os Bleus chegam ao torneio com o melhor elenco e o melhor jogador do planeta. PUBLICIDADE PUBLICIDADE A fala aconteceu durante a preparação francesa nos Estados Unidos, poucos dias antes da estreia contra Senegal. E reflete o ambiente de confiança que cerca uma seleção que disputou as duas últimas finais de Copa do Mundo. “Nessa Copa do Mundo, temos o melhor jogador do mundo e o melhor time. Então, temos que estar focados nas nossas forças e no que temos para apresentar aqui.” PUBLICIDADE PUBLICIDADE Quer apostar na fase de grupos da Copa do Mundo? Veja os melhores palpites de hoje com análises jogo a jogo. França assume papel de favorita Diferentemente de outras seleções que preferem adotar um d...

O primeiro jogador do Cruzeiro convocado à Copa do Mundo

O maior ídolo da história do Cruzeiro também é um dos maiores jogadores da história da Seleção Brasileira. Para o azar de todos que acompanharam, porém, a trajetória brilhante de Tostão foi encerrada muito antes do esperado. O atacante se aposentou aos 26 anos.

Tostão foi o primeiro atleta do Cruzeiro convocado à Copa do Mundo. Antes de atingir o ápice da carreira com o título em 1970, o camisa 9 do tri participou da decepcionante campanha de 1966, na Inglaterra.

Brasil na Copa do Mundo de 1966

Naquela edição, o Brasil foi eliminado na terceira posição do Grupo C da primeira fase, com uma vitória e duas derrotas em três jogos. Portugal foi o líder a chave e se classificou ao mata-mata, assim como a segunda colocada Hungria. A Bulgária terminou na lanterna.

Tostão foi titular na derrota por 3 a 1 para a Hungria. Ele marcou o único gol do Brasil, que saiu atrás, empatou e voltou a ser vazado outras duas vezes. Nas outras partidas da chave, o astro do Cruzeiro não foi acionado pelo técnico Vicente Feola.

Cruzeiro de Tostão foi campeão em cima do Santos de Pelé

Em 1966, Tostão já era a maior estrela da Raposa, mesmo com só 19 anos. Ele seria, meses depois da Copa, campeão da Taça Brasil em incrível final entre um jovem time do Cruzeiro e o Santos de seu amigo Pelé.

A equipe celeste venceu o Peixe nos dois jogos da decisão: primeiro, goleou por 6 a 2 no Mineirão, em Belo Horizonte; depois, saiu atrás e venceu por 3 a 2 de virada na Vila Belmiro, em Santos, no litoral de São Paulo.

Dirceu Lopes, Pelé e Tostão em jogo entre Cruzeiro e Santos pela Taça Brasil de 1966 - (foto: Arquivo EM)
Dirceu Lopes, Pelé e Tostão em jogo entre Cruzeiro e Santos pela Taça Brasil de 1966(foto: Arquivo EM)

Tostão na Copa do Mundo de 1970

Em 1970, no México Tostão voltou a ser convocado para o Mundial. Ele foi o artilheiro das Eliminatórias para a Copa, com 12 gols, e virou um falso nove no elenco treinado por Zagallo.

No torneio, Tostão foi acompanhado de dois companheiros de Cruzeiro. Wilson Piazza, que atuava de volante na Raposa, foi titular na zaga do Brasil. Já o zagueiro Fontana foi um dos reservas da campanha.

Tostão fez um gol e deu quatro assistências em seis partidas na Copa de 1970. Ele dividiu o ataque com o ‘Rei’ Pelé e o ‘Furacão’ Jairzinho, ídolo celeste que na época defendia o Botafogo.

Titular em todos os jogos da campanha, Tostão participou com com assistência no triunfo por 3 a 1 diante da Romênia, na fase de grupos. Nas quartas de final, balançou as redes duas vezes e deu um passe na vitória por 4 a 2 sobre o Peru.

Em Brasil 3 x 1 Uruguai, na semifinal, Tostão deu duas assistências. Como não atuou de forma fixa durante os jogos, Tostão cumpria também um forte papel tático, puxando marcações, abrindo espaço para companheiros e até roubando bolas na defesa, como no icônico gol do lateral-direito Carlos Alberto Torres, na goleada por 4 a 1 contra a Itália, na finalíssima.

Tostão é o maior artilheiro da história do Cruzeiro

Considerado por muitos o melhor jogador da história do futebol mineiro, Eduardo Gonçalves de Andrade marcou 245 gols em 383 jogos pela equipe estrelada.

Tostão usou a camisa 8 do Cruzeiro entre 1963 e 1972, período em que venceu cinco Campeonatos Mineiros (1965 a 1969) e a Taça Brasil de 1966.

Tostão aposentou no Vasco

Em 1972, quando já lidava com as sequelas de um descolamento de retina no olho esquerdo, Tostão foi vendido ao Vasco. A trajetória no Cruz-Maltino terminou um ano depois, quando o ponta-de-lança anunciou a aposentadoria do futebol.

Hoje, Tostão trabalha como colunista do jornal Folha de S. Paulo. Antes de se voltar totalmente à cobertura esportiva, o ídolo do Cruzeiro ainda trabalhou como médico e professor de medicina, carreira que assumiu quando deixou os gramados.

Tostão e Pelé - (foto: Acervo/CBF)
Tostão e Pelé pela Seleção Brasileira(foto: Acervo/CBF)

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