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Kaio Jorge responde o que mudou do Cruzeiro de 2025 e como reverter cenário

Kaio Jorge, atacante do Cruzeiro, no gramado do Maião, em Mirassol (foto: Raphael Marques/Cruzeiro) O Cruzeiro visitou o Mirassol no Maião, no interior paulista, nessa quarta-feira (11/2), com a intenção de buscar a primeira vitória no Campeonato Brasileiro. Entretanto, voltou para casa com um amargo empate por 2 a 2 – o adjetivo se deve à virada sofrida. Agora, a Raposa coleciona duas derrotas e uma igualdade no torneio nacional. Esperava-se uma equipe engrenada e postulante ao título desde a primeira rodada, já que, em 2025, o clube estrelado brigou nas primeiras posições. O que mudou desde então? Pilar do Cruzeiro na temporada passada, Kaio Jorge respondeu tal questão. O Cruzeiro manteve a base do elenco titular, mas precisou lidar com uma troca na comissão técnica, já que Leonardo Jardim pediu para deixar em função assim que o ano chegou ao fim para a Raposa. Adaptar-se à nova filosofia, de Tite, demanda tempo, destacou o artilheiro. “Mudou o treinador, início de temp...

Vôlei: ‘lei do ex’ pune, e Praia leva virada inesperada do Bauru na Superliga Masculina

O Praia Clube sofreu uma das viradas mais impressionantes da atual edição da Superliga Masculina de Vôlei. Na noite desta segunda-feira (9/2), os mineiros chegaram a encaminhar vitória por 3 sets a 0 sobre o Bauru, mas sofreram “apagão”, tomaram a virada e perderam por 3 sets a 2 (23/25, 22/25, 26/24, 25/20 e 15/12) para os paulistas dentro de casa, no ginásio do UTC, em Uberlãndia – onde ainda não havia perdido na temporada -, pela quinta rodada do returno da competição.

O time uberlandense foi superior ao adversário na maior parte das três primeiras parciais. Na reta final da terceira, contudo, os comandados de Anderson emplacaram reação impressionante para virar o set e, nas etapas seguintes, atropelaram os aurinegros para vencer o jogo após mais de duas horas de meia eletrizantes.

Eleito o melhor em quadra, o levantador Matheus Bender brilhou na distribuição, alternando bem entre extremidades e meio de rede, e no saque. O principal destaque ofensivo do jogo foi um velho conhecido do projeto do Praia Clube, que exerceu a famosa “lei do ex”. Trata-se do oposto Gui Araújo, cria do Cruzeiro, que passou quatro anos no Praia entre 2020 e 2024, quando o projeto era em parceria com o Araguari. O jogador de 22 anos fez impressionantes 29 pontos – do lado praiano, o grande destaque foi o oposto Franco, com 30 bolas no chão.

Com o resultado, o time aurinegro ainda assim reassume a vice-liderança – soma os mesmos 36 pontos do terceiro colocado Campinas, mas com uma vitória a mais, e seis pontos a menos que o líder Cruzeiro. Já o Bauru encosta no G8 – segue como nono colocado, com 22 pontos, um a menos que o oitavo colocado Monte Carmelo.

O jogo

O Praia Clube começou melhor o jogo e rapidamente abriu cinco pontos de vantagem – 11 a 6. O Bauru correu atrás, diminuiu a vantagem para um ponto – 14 a 13 – e, com o jogo equilibrado, chegou a conseguir empatar três vezes na reta final – 18 a 18, 19 a 19 e 20 a 20. Na reta final, contudo pesou a maior experiência e o maior poderio decisivo dos uberlandenses, que fizeram três pontos seguidos para fechar o set: 25 a 23.

O Praia também começou melhor o segundo set, mas, assim como no primeiro, viu o Bauru reequilibrar rapidamente o jogo. Os paulistas chegaram a virar e ficar duas vezes à frente do placar – 16 a 15 e 17 a 16 -, mas, novamente na reta final, a estrela dos jogadores decisivos do Praia brilhou – com destaque para Franco, Rhendrick e Paulo, os aurinegros venceram o set por 25 a 22.

O terceiro set foi de contrastes. Tudo indicava que o Praia Clube não teria dificuldade para vencer o jogo em parciais diretas – os mineiros chegaram a abrir sete pontos de vantagem (9 s 2 ) e foram amplamente dominantes na metade inicial, com brilho de Rhendrick na distribuição, enquanto o Bauru acumulava erros. Na reta final, contudo, o Bauru emplacou reação impressionante graças a passagem de saque magistral do levantador Matheus Bender, emplacaram uma sequência de quatro pontos seguidos e uma de cinco e viraram: 25 a 23.

O Bauru levou o bom momento da reta final do terceiro set para a quarta parcial e dominou o Praia ao longo de toda a etapa. Bender conseguia diversificar bem entre meio e extremidades na distribuição, e Guilherme e Vaccari brilhavam no ataque, comandando atuação estável, que não permitiu reação dos mineitos em nenhum momento. A equipe comandada por Magooo cometia muitos erros, enquanto os paulistas foram eficientes e soberanos em todos os fundamentos – especialmente no saque. Fim: 25 a 20.

O tie-break foi equilibrado do início ao fim. Com Paulo de volta à quadra, o Praia conseguia virar bolas que não estava virando nas parciais anteriores e buscava cada vantagem do Bauru, que não conseguiau abrir margem até a reta final, quando a recepção mineira falhou e permitiu aos paulistas a abertura de um 10 a 8. Mais tranquilos, o sbauruenses conseguiram fechar o set por 15 a 12.

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